Vou contar-lhes uma história digna de um livro para suspirar do início ao fim e nada melhor para começar do que o clássico dos contos de fada:
Era uma vez, em um reino moderno chamado Nova Iorque, uma menina chamada Elisa. Ela era uma garota dos cabelos longos e cacheados tão pretos quanto carvão. Seus olhos eram de um azul tão profundo como o mar e sua pele tão branca como leite.
Elisa adorava tocar e, por isso, estudava na famosa Julliard School onde aperfeiçoava os seus dons nos variados instrumentos que tocava: piano, violino, harpa... Seu passatempo preferido era ir ao Central Park, seja para ler ou para compor. Também gostava de ir aos espetáculos da Broadway quando possível. E em uma bela noite tão iluminada quanto o dia na Times Square, saia de um musical quando deixou cair seu celular. Não percebeu e continuou andando até que um belo rapaz a parou e perguntou se o aparelho era dela. Ele era alto e forte, de olhos tão azuis quanto os dela, mas seu cabelo era liso e loiro. Começaram a conversar sobre o espetáculo, a cidade, a vida e etc. até que ele precisou ir pois já era quase meia-noite e ele, como guitarrista de uma nova banda, tinha um show do outro lado da cidade.
A jovem foi para casa toda sorridente e lembrando do momento que passara ao lado do garoto. Quando chegou em seu apartamento que se deu conta que esquecera de pegar o celular e que esquecera também de perguntar o nome do rapaz. E depois de um breve momento de indecisão, resolveu que iria dormir pois teria aula cedo e que no dia seguinte ligaria para seu número esperando que atendessem.
Quando esse momento chegou, atendeu do outro lado da linha a voz suave e grossa que tanto conversara com ela no dia anterior. Elisa descobriu que seu nome era Oliver e mais um monte de coisas nos quarenta minutos que ainda ficaram no telefone. Marcaram de se encontrar em um barzinho para ela pegar o celular e eles se conhecerem melhor.
Na hora de tal encontro, a sintonia não foi diferente. Descobriram que ela vinha do Rio e ele de Paris. Que ela amava os Beatles e ele Rolling Stones. Elisa sonhava conhecer o mundo e Oliver cantar o mundo. Quando já amanhecia, ele a levou em casa e com o nascer do sol ao fundo, se beijaram. Um beijo que parecia o primeiro e o último, delicado mas que instigava, perfeito.
E nos meses que se passaram, essa palavra resumia a relação. Na verdade nos anos que se passaram: tiveram o casamento dos sonhos em uma praia paradisíaca, moraram em uma casa de campo com um casal de filhos e três cachorros, morreram de velhice ainda juntos e apaixonados...
Quem dera fosse assim, né? Na verdade eles namoraram por 3 meses e apenas o primeiro foi perfeito. Depois ele começou a espancá-la frequentemente e a traía cada dia com uma garota diferente. Tudo isso afetou Elisa tragicamente fazendo com que ela desistisse dos seus sonhos e se tornasse uma pessoa amarga e fria. Largou os estudos e começou a trabalhar em um barzinho para sustentar os dois. Até que um dia desistiu,voou do Empire State como uma folha cai no outono e finalmente descansou e teve seu feliz para sempre.
quarta-feira, 15 de junho de 2016
sexta-feira, 10 de junho de 2016
Eu preciso ir?
Eu estava irada. Queria quebrar tudo que se encontrava ao meu redor. Lucas e eu já brigávamos por mais de uma hora e eu, pelo menos, já não lembrava o que tinha iniciado a discussão. Cheguei a pedir que ele fosse embora e quando indagou o porque eu argumentei de todas as formas sobre coisas que já não faziam sentido nem para mim. Falei o que vinha na cabeça sem pensar se aquilo era realmente verdade. Estava tomada pela raiva e ele me olhava e sorria com a cara de apaixonado igual a da primeira vez que saímos juntos.
E quando eu ia questionar o porque daquela cara ele me beijou. Nos beijamos como não fazíamos há tempos, como se ainda fôssemos aquele casal de quatro anos atrás que acabara de iniciar o namoro e com o beijo vieram todas as lembranças boas que passamos juntos. Então ele se afastou e olhou nos meus olhos enquanto perguntava:
"Preciso mesmo ir embora?"
E quando eu ia questionar o porque daquela cara ele me beijou. Nos beijamos como não fazíamos há tempos, como se ainda fôssemos aquele casal de quatro anos atrás que acabara de iniciar o namoro e com o beijo vieram todas as lembranças boas que passamos juntos. Então ele se afastou e olhou nos meus olhos enquanto perguntava:
"Preciso mesmo ir embora?"
sexta-feira, 8 de abril de 2016
Reviravoltas da vida
Voltava para casa sozinha e admirava o céu noturno. Era lua cheia e nuvem alguma atrapalhava as estrelas. Comecei a pensar em como nós não damos atenção às coisas simples como essas. Estamos sempre tão "ocupados" com tudo e nos importando com coisas fúteis que não paramos para observar a beleza que se apresenta com humildade nos objetos que nos rodeiam.
Pensando nisso, tomei uma decisão: no dia seguinte eu largaria meu emprego. E não só isso, viajaria também o mundo com poucas coisas na mala. Um verdadeiro mochilão como sempre quis fazer. Provavelmente iria a lugares como Tailândia, Itália, Grécia... Experimentaria de tudo e viveria amores intensos mas momentâneos, sem muito planejamento. Eu tinha um dinheirinho guardado que era suficiente para as despesas que teria.
Devaneava pela rua, alienada a tudo, só eu, a lua e meus desejos. No entanto, fui obrigada a voltar à realidade quando dois homens em uma moto me pararam e anunciaram um assalto já na porta de casa. Obrigaram-me a entrar e abrir para eles. Pegaram tudo que conseguiram enquanto eu estava amarrada e assustada em um canto. Não satisfeitos com meus bens, violaram-me em minha própria cama. Não conseguia me mover tamanho choque e terror, apenas chorava silenciosamente. Os dois discutiam acerca de algo que eu já nem escutava quando um deles apoiou a arma em meu peito. Ouvi um tiro. O tiro que matou a mim e meus sonhos.
Pensando nisso, tomei uma decisão: no dia seguinte eu largaria meu emprego. E não só isso, viajaria também o mundo com poucas coisas na mala. Um verdadeiro mochilão como sempre quis fazer. Provavelmente iria a lugares como Tailândia, Itália, Grécia... Experimentaria de tudo e viveria amores intensos mas momentâneos, sem muito planejamento. Eu tinha um dinheirinho guardado que era suficiente para as despesas que teria.
Devaneava pela rua, alienada a tudo, só eu, a lua e meus desejos. No entanto, fui obrigada a voltar à realidade quando dois homens em uma moto me pararam e anunciaram um assalto já na porta de casa. Obrigaram-me a entrar e abrir para eles. Pegaram tudo que conseguiram enquanto eu estava amarrada e assustada em um canto. Não satisfeitos com meus bens, violaram-me em minha própria cama. Não conseguia me mover tamanho choque e terror, apenas chorava silenciosamente. Os dois discutiam acerca de algo que eu já nem escutava quando um deles apoiou a arma em meu peito. Ouvi um tiro. O tiro que matou a mim e meus sonhos.
quarta-feira, 6 de abril de 2016
5 6 7 8...
Estava de tarde olhando para o teto sem o que fazer quando me veio uma súbita vontade de dançar. Convivo com essa vontade noite e dia, entretanto naquele momento ela era mais forte, eu precisava dançar. Parecia um desejo exterior a mim de tão intenso, mas na verdade, é errado falar isso. Era um desejo interior, cravado bem fundo em quem eu sou. Sem a dança, não sou eu.
Passei a desconhecer aquela menina que tinha vergonha de estar no palco a partir do momento que descobri que era ali onde eu era mais feliz e mais realizada. Quando executo cada movimento com atenção e atitude é que vejo quem sou, o quanto eu me amo e o quanto eu sou capaz. É seguindo o ritmo da música que esqueço cada problema que já passei. Ou até mesmo sem música. Basta eu e a dança.
Então, naquela tarde, dancei. Dancei como se não tivesse outro dia. Dancei como se não sentisse dor. Dancei como se dependesse daquilo para sobreviver. E as vezes, acho que realmente dependo.
Passei a desconhecer aquela menina que tinha vergonha de estar no palco a partir do momento que descobri que era ali onde eu era mais feliz e mais realizada. Quando executo cada movimento com atenção e atitude é que vejo quem sou, o quanto eu me amo e o quanto eu sou capaz. É seguindo o ritmo da música que esqueço cada problema que já passei. Ou até mesmo sem música. Basta eu e a dança.
Então, naquela tarde, dancei. Dancei como se não tivesse outro dia. Dancei como se não sentisse dor. Dancei como se dependesse daquilo para sobreviver. E as vezes, acho que realmente dependo.
sexta-feira, 1 de abril de 2016
Declaração
Vou me declarar, falar tudo que sempre quis falar nesses três anos que sou apaixonada por você. Dizer o que sinto quando me olha por segundos que mais parecem horas, porque meu mundo realmente para quando meus olhos encontram os seus. Contar o que acontece dentro de mim quando você me abraça. Não sei como não sente meu coração batendo a mil por hora. Falar o que mais gosto em você: tudo.
Até pelos seus defeitos eu sou louca. Acho que já se tornou algo tão irreal que precisarei de tratamento psicológico logo logo. Talvez precisem me prender com camisa de força tamanha minha vontade de estar sempre junto de você.
Também não pense que sou obcecada a ponto de ser uma stalker. Não, não é isso. É só amor mesmo. O simples e puro sentimento inexplicável chamado amor. Mas com o acúmulo ao longo dos anos, tornou-se algo insuportável de manter em silêncio.
Então vou me declarar. Olhar bem nos seus profundos olhos azuis e dizer tudo que sinto. E quando você me olhar assustado e sem saber o que responder com medo de me machucar, engolirei o choro, sorrirei e direi: feliz primeiro de abril.
Até pelos seus defeitos eu sou louca. Acho que já se tornou algo tão irreal que precisarei de tratamento psicológico logo logo. Talvez precisem me prender com camisa de força tamanha minha vontade de estar sempre junto de você.
Também não pense que sou obcecada a ponto de ser uma stalker. Não, não é isso. É só amor mesmo. O simples e puro sentimento inexplicável chamado amor. Mas com o acúmulo ao longo dos anos, tornou-se algo insuportável de manter em silêncio.
Então vou me declarar. Olhar bem nos seus profundos olhos azuis e dizer tudo que sinto. E quando você me olhar assustado e sem saber o que responder com medo de me machucar, engolirei o choro, sorrirei e direi: feliz primeiro de abril.
sexta-feira, 25 de março de 2016
Saudade
É sempre assim
você foge sem dizer nada
e a saudade toma conta de mim.
Fico olhando pro além,
querendo dizer-lhe muitas coisas,
mas a coragem nunca vem.
E se um dia ela chegar,
e você estiver aqui pra me esperar,
quem sabe ela não irá se revelar?
sexta-feira, 18 de março de 2016
Uma simples fase...
A tristeza é uma fase. Mas para a Menina é uma fase que tem sido muito longa, que perdura mais que o necessário. E por mais que ela tente superar, ficar de pé e de cabeça erguida, ela não consegue. Na mesma medida que algo lhe alegra, ocorre algo que lhe puxa cada vez mais ainda pra baixo logo em seguida.
É complicado, a Menina só quer um momento de felicidade em sua vida, um que dure mais de 24 horas, um que a levante de vez e que as melancolias tornem-se momentâneas. Sabe aquela frase de Vinícius de Moraes? "O sofrimento é o intervalo entre duas felicidades"? Ela só quer isso. Ela quer um motivo pra continuar vivendo e não só existindo.
Mas enquanto isso não ocorre ela continua andando por aí, em sua monótona rotina, fazendo o que lhe é cobrado, dizendo que está bem para quem lhe pergunta, sorrindo para disfarçar o choro constante...
É complicado, a Menina só quer um momento de felicidade em sua vida, um que dure mais de 24 horas, um que a levante de vez e que as melancolias tornem-se momentâneas. Sabe aquela frase de Vinícius de Moraes? "O sofrimento é o intervalo entre duas felicidades"? Ela só quer isso. Ela quer um motivo pra continuar vivendo e não só existindo.
Mas enquanto isso não ocorre ela continua andando por aí, em sua monótona rotina, fazendo o que lhe é cobrado, dizendo que está bem para quem lhe pergunta, sorrindo para disfarçar o choro constante...
sexta-feira, 11 de março de 2016
Me lembrei de você
Escutei aquela música hoje. Aquela que sempre me fez lembrar de você. Mas dessa vez não chorei ou entristeci, apenas me veio um sentimento bom, uma saudade. Saudade dos bons momentos que vivemos, das lembranças que construímos, das palavras que dissemos... Sem nenhum rancor ou dor.
A vida tem dessas, né? A mesma coisa que nos deixa feliz agora pode nos deixar triste daqui trinta minutos e depois, talvez, se tornar indiferente perante as nossas emoções e restar apenas na memória. Melhor se só ficarem as memórias boas, mas se acaso também sobrarem as ruins, que elas nos sirvam de lembrete para não cometermos os mesmos erros.
Espero que algum dia possamos nos reencontrar, tomar um sorvete e rir de tudo que passou. E que este momento também deixe uma saudade...
A vida tem dessas, né? A mesma coisa que nos deixa feliz agora pode nos deixar triste daqui trinta minutos e depois, talvez, se tornar indiferente perante as nossas emoções e restar apenas na memória. Melhor se só ficarem as memórias boas, mas se acaso também sobrarem as ruins, que elas nos sirvam de lembrete para não cometermos os mesmos erros.
Espero que algum dia possamos nos reencontrar, tomar um sorvete e rir de tudo que passou. E que este momento também deixe uma saudade...
sexta-feira, 4 de março de 2016
O Seu
O seu sincero sorriso
me torna uma pluma,
me leva ao paraíso,
me deixa com razão nenhuma.
O seu doce olhar
me hipnotiza,
me deixa a suspirar,
me realiza.
O seu jeitinho
me encanta,
me traz carinho,
me transforma em criança.
O seu toque sem querer
me deixa a deriva,
me faz ceder,
me cativa.
Você em si
me emociona,
me provoca frenesi,
me apaixona.
sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016
Certa ou errada?
Os meus amigos acham-lhe chato, que você não presta e que eu mereço uma pessoa melhor. Acham que eu devo ser cega para gostar tanto de você mesmo com as milhares falhas que eles enumeram. Alguns consideram-se superiores com suas paixões efêmeras, outros julgam-se anciões do amor com suas "várias" experiências, e poucos respeitam o que eu sinto.
Eu sou obrigada a concordar que você tem vários defeitos e muitos deles eu demorei a suportar, mas me diga quem, nesse complexo mundinho, é perfeito?
Posso estar errada e você ser mesmo o pior ser humano que já existiu e estar completamente aérea por nutrir um sentimento por você a tanto tempo. Ou posso estar certa que você tem seus motivos de ser assim e ainda tem muita coisa pra viver e pra passar que podem lhe fazer evoluir. E talvez eu esteja do seu lado passando por isso com você, ao invés de te abandonar porque você veio com uns errinhos de fábrica. Além disso, eu sempre preferi aquilo que a maioria não entende mesmo...
Então posso estar certa ou errada, mas tenho certeza de uma coisa: o dia em que vou lhe esquecer está longe, e enquanto ele não chega vou procurando a pessoa "certa", mesmo que talvez eu já tenha achado.
Eu sou obrigada a concordar que você tem vários defeitos e muitos deles eu demorei a suportar, mas me diga quem, nesse complexo mundinho, é perfeito?
Posso estar errada e você ser mesmo o pior ser humano que já existiu e estar completamente aérea por nutrir um sentimento por você a tanto tempo. Ou posso estar certa que você tem seus motivos de ser assim e ainda tem muita coisa pra viver e pra passar que podem lhe fazer evoluir. E talvez eu esteja do seu lado passando por isso com você, ao invés de te abandonar porque você veio com uns errinhos de fábrica. Além disso, eu sempre preferi aquilo que a maioria não entende mesmo...
Então posso estar certa ou errada, mas tenho certeza de uma coisa: o dia em que vou lhe esquecer está longe, e enquanto ele não chega vou procurando a pessoa "certa", mesmo que talvez eu já tenha achado.
sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016
Pausa para: O Doador de Memórias
Olá pessoas, tudo bem com vocês?
No feriado de Carnaval eu fiz algo que a muito não fazia que é assistir mais de dois filmes em um dia e o último deles foi O Doador de Memórias que me marcou bastante porque me fez refletir.
Trata-se de uma utopia onde eles vivem em uma comunidade futura e pós desastre totalmente igualitária mas ninguém se lembra do passado, de como era a sociedade ou qualquer coisa que pudesse desencadear um problema social,a não ser o receptor de memórias, o qual as mantêm para aconselhar os anciões em cada decisão. Não há fome, doenças, guerra... Aparentemente, um lugar perfeito. No entanto também não há emoções ou liberdade de escolha, e sua família é designada e você não tem laços de sangue com ela, as crianças são escolhidas e geradas por geneticistas.
Quando eu comecei o filme eu realmente gostei de como a sociedade era, mas depois eu percebi que era muito triste viver daquele jeito e que eles não viam dessa forma porque não conheciam outras maneiras e não sabiam o que faziam direito. Eram robozinhos vivendo da maneira como eram programados.
É um filme de ficção mas que nos faz questionar a nossa realidade e que, na minha humilde opinião, vale muito a pena ser assistido porque o que nós faz ter dúvidas é o que estimula o nosso conhecimento e nós estamos tão acomodados a receber tudo pronto que podemos nos tornar robozinhos também, mas de uma sociedade desigual e egoísta.
E por hoje é só. Caso vocês assistam, deixem aqui o comentário sobre o que acharam e até mais.
Um beijo,
Anna
No feriado de Carnaval eu fiz algo que a muito não fazia que é assistir mais de dois filmes em um dia e o último deles foi O Doador de Memórias que me marcou bastante porque me fez refletir.
Trata-se de uma utopia onde eles vivem em uma comunidade futura e pós desastre totalmente igualitária mas ninguém se lembra do passado, de como era a sociedade ou qualquer coisa que pudesse desencadear um problema social,a não ser o receptor de memórias, o qual as mantêm para aconselhar os anciões em cada decisão. Não há fome, doenças, guerra... Aparentemente, um lugar perfeito. No entanto também não há emoções ou liberdade de escolha, e sua família é designada e você não tem laços de sangue com ela, as crianças são escolhidas e geradas por geneticistas.
Quando eu comecei o filme eu realmente gostei de como a sociedade era, mas depois eu percebi que era muito triste viver daquele jeito e que eles não viam dessa forma porque não conheciam outras maneiras e não sabiam o que faziam direito. Eram robozinhos vivendo da maneira como eram programados.
É um filme de ficção mas que nos faz questionar a nossa realidade e que, na minha humilde opinião, vale muito a pena ser assistido porque o que nós faz ter dúvidas é o que estimula o nosso conhecimento e nós estamos tão acomodados a receber tudo pronto que podemos nos tornar robozinhos também, mas de uma sociedade desigual e egoísta.
E por hoje é só. Caso vocês assistam, deixem aqui o comentário sobre o que acharam e até mais.
Um beijo,
Anna
sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016
É só mais um conselho...
Não acorde de manhã estressado e já de saco cheio do despertador, coloque sua música preferida e já saia da cama cantando. Aprecie seu café, coma aquilo que te faz bem, mental e fisicamente. Escute uma playlist relax com músicas que você goste no caminho da escola ou do trabalho. Deseje bom dia para as pessoas que cruzar com você.
Essas são pequenas coisas que ajudam no dia de todo mundo, pois seu humor afeta quem te rodeia e não podemos ser egoístas em pensar que só faz mal a nós mesmos. Além disso, a vida é muito curta e muito rápida para não aproveitarmos cada nascer do sol. E vai me dizer que você não sorri quando te fazem uma gentileza?
Então aproveite e viva cada dia com leveza, e quando surgir oportunidades, viva intensamente para que no futuro olhe pra trás e orgulhe-se. Faça aquilo que tem vontade, seja viajar o mundo ou pular de bungee jump. E caso se arrependa, que seja por ter feito e não por ter deixado escapar algo bom.
E acima de tudo, ame. Ame a vida e viva de amor.
Essas são pequenas coisas que ajudam no dia de todo mundo, pois seu humor afeta quem te rodeia e não podemos ser egoístas em pensar que só faz mal a nós mesmos. Além disso, a vida é muito curta e muito rápida para não aproveitarmos cada nascer do sol. E vai me dizer que você não sorri quando te fazem uma gentileza?
Então aproveite e viva cada dia com leveza, e quando surgir oportunidades, viva intensamente para que no futuro olhe pra trás e orgulhe-se. Faça aquilo que tem vontade, seja viajar o mundo ou pular de bungee jump. E caso se arrependa, que seja por ter feito e não por ter deixado escapar algo bom.
E acima de tudo, ame. Ame a vida e viva de amor.
domingo, 31 de janeiro de 2016
Pausa para: Harry Potter
Olá, pessoas! Tudo bem com vocês?
Hoje resolvi falar de um tema que amo muito: Harry Potter. Minha história com o famoso bruxo é um pouco diferente: meu irmão lia os livros e era muito fã e eu tinha uns 5/6 anos na época e o chamava de nerd por gostar tanto daquilo e que achava meio idiota essa história de magia, varinhas, bruxos... E mantive esse preconceito até uns 2 anos atrás quando resolvi assistir todos os filmes com meu pai em uma semana. Foi paixão na certa e vício também. Não podia estar passando na televisão qualquer um dos 8 longas que eu já colocava. Então comprei os livros e li os 6 primeiros no primeiro semestre de 2015, ainda não li o último por motivos de ter 11 livros na lista de espera, os quais eu estava os deixando de lado por Harry Potter.
Mas mesmo ainda não finalizando a saga (acho que tenho até medo disso, não quero que acabe rsrs), o amor por ela é imensurável e eu tive o prazer de conhecer os parques da Universal em Orlando e a minha reação ao entrar no Beco Diagonal, que foi o primeiro lugar da parte de Harry Potter que entramos, foi chorar igual à um bebê, ficar toda arrepiada e deixar cicatrizes no braço de um amigo que estava do meu lado em quem eu cravei as unhas porque eu não acreditava que aquilo era real e que eu estava ali. Foi mágico em todos os sentidos
Resumindo, mesmo que você não seja fã de histórias fantásticas, leia ou assista Harry Potter, porque além da J.K. Rowling ter criado um mundo mágico inteiro para os livros, existe uma história de coragem, amizade e mais um monte de coisas por trás, além de personagens muito bem construídos.
Enfim, vou finalizando por aqui, mas se vocês gostaram ou queiram que eu fale mais sobre esse tema, deixem aqui nos comentários, que são sempre muito bem vindos.
Um beijo,
Anna
Hoje resolvi falar de um tema que amo muito: Harry Potter. Minha história com o famoso bruxo é um pouco diferente: meu irmão lia os livros e era muito fã e eu tinha uns 5/6 anos na época e o chamava de nerd por gostar tanto daquilo e que achava meio idiota essa história de magia, varinhas, bruxos... E mantive esse preconceito até uns 2 anos atrás quando resolvi assistir todos os filmes com meu pai em uma semana. Foi paixão na certa e vício também. Não podia estar passando na televisão qualquer um dos 8 longas que eu já colocava. Então comprei os livros e li os 6 primeiros no primeiro semestre de 2015, ainda não li o último por motivos de ter 11 livros na lista de espera, os quais eu estava os deixando de lado por Harry Potter.
Mas mesmo ainda não finalizando a saga (acho que tenho até medo disso, não quero que acabe rsrs), o amor por ela é imensurável e eu tive o prazer de conhecer os parques da Universal em Orlando e a minha reação ao entrar no Beco Diagonal, que foi o primeiro lugar da parte de Harry Potter que entramos, foi chorar igual à um bebê, ficar toda arrepiada e deixar cicatrizes no braço de um amigo que estava do meu lado em quem eu cravei as unhas porque eu não acreditava que aquilo era real e que eu estava ali. Foi mágico em todos os sentidos
Resumindo, mesmo que você não seja fã de histórias fantásticas, leia ou assista Harry Potter, porque além da J.K. Rowling ter criado um mundo mágico inteiro para os livros, existe uma história de coragem, amizade e mais um monte de coisas por trás, além de personagens muito bem construídos.
Enfim, vou finalizando por aqui, mas se vocês gostaram ou queiram que eu fale mais sobre esse tema, deixem aqui nos comentários, que são sempre muito bem vindos.
Um beijo,
Anna
quarta-feira, 27 de janeiro de 2016
Prólogo
Acordei assustada com o toque do despertador. Ele marcava que já eram seis da manhã e eu precisava me levantar apesar da enorme preguiça que tomava conta de mim. Ainda era terça-feira e o fim de semana parecia tão distante... Deparei-me olhando a foto em meu criado; era a minha foto de família preferida: estávamos eu, meus pais e a Nanda, minha irmã mais velha, na praia do Guarujá. Foi minha primeira viagem pra fora de Ribeirão e estávamos tão felizes. Meus pais eram casados ainda e eu e minha irmã ainda convivíamos bem. Sinto falta dessa época.
Sinto mais falta ainda do meu pai. Ele tem trabalhado tanto, feito tantas viagens que quase não o vejo mais. Custamos nos falar pelo telefone. Ontem mesmo ele não me ligou a noite, deve ter acontecido algum imprevisto.
Finalmente me levanto e vou pro chuveiro, só uma ducha de água fria pra realmente me acordar. Depois visto o uniforme e vou arrumar meus materiais. A vontade de ir pra escola é negativa. Nunca gostei muito de primeiros dias de aula e esse não é diferente. Pelo menos é meu último ano nessa escola onde passei minha vida sendo ignorada pelos alunos e pelos professores.
Vou pra cozinha para tomar meu café da manhã e vejo que ainda são seis e vinte. Ligo então para TV para assistir o jornal e a notícia que passava me chama a atenção: um avião que saia de São Paulo rumo a Paris caiu no meio do Atlântico nessa madrugada. Fazem busca no local onde foram encontrados os destroços, mas, aparentemente, não houve sobreviventes.Fiquei em estado de choque enquanto passava outras notícias. Meu copo de café, ainda muito quente, caiu em mim, mas eu não sentia nada. Era o voo que meu pai estava.
Olá, pessoas! Tudo bem com vocês?
Esse é o prólogo de uma história que venho pensando a muito tempo e finalmente resolvi colocar no "papel" e quero a opinião de vocês.
Deixem nos comentário a opinião de vocês, sugestões ou ideias. E também se querem que eu continue.
Um beijo,
Anna
Sinto mais falta ainda do meu pai. Ele tem trabalhado tanto, feito tantas viagens que quase não o vejo mais. Custamos nos falar pelo telefone. Ontem mesmo ele não me ligou a noite, deve ter acontecido algum imprevisto.
Finalmente me levanto e vou pro chuveiro, só uma ducha de água fria pra realmente me acordar. Depois visto o uniforme e vou arrumar meus materiais. A vontade de ir pra escola é negativa. Nunca gostei muito de primeiros dias de aula e esse não é diferente. Pelo menos é meu último ano nessa escola onde passei minha vida sendo ignorada pelos alunos e pelos professores.
Vou pra cozinha para tomar meu café da manhã e vejo que ainda são seis e vinte. Ligo então para TV para assistir o jornal e a notícia que passava me chama a atenção: um avião que saia de São Paulo rumo a Paris caiu no meio do Atlântico nessa madrugada. Fazem busca no local onde foram encontrados os destroços, mas, aparentemente, não houve sobreviventes.Fiquei em estado de choque enquanto passava outras notícias. Meu copo de café, ainda muito quente, caiu em mim, mas eu não sentia nada. Era o voo que meu pai estava.
Olá, pessoas! Tudo bem com vocês?
Esse é o prólogo de uma história que venho pensando a muito tempo e finalmente resolvi colocar no "papel" e quero a opinião de vocês.
Deixem nos comentário a opinião de vocês, sugestões ou ideias. E também se querem que eu continue.
Um beijo,
Anna
quarta-feira, 20 de janeiro de 2016
Paixões diferentes
Apaixonar-se, no sentido literal da palavra, não é tão difícil quanto parece. A cada instante eu me apaixono por músicas, filmes, livros... Até mesmo por alguns personagens eu tenho uma paixão avassaladora. A comida também é algo que pode nos provocar esse sentimento, ou você nunca quis casar com uma pizza de tão gostosa que ela era?
Agora, apaixonar-se por outro alguém é um pouco mais complicado. Requer-se coragem para entregar seu coração nas mãos de outra pessoa. Ela pode gostar de você também e tratá-lo com carinho, respeito e com todo o amor que ele merece e isso vai te deixará feliz como nunca. Ou pode não dar valor e aos poucos ir judiando de cada pedacinho dele ou deixá-lo cair de uma vez quebrando-o em mil pedacinhos.
E então? Vale a pena correr o risco?
Eu vou continuar me apaixonando por potes de Nutella até ter coragem suficiente. Será que um dia ela chega?
Agora, apaixonar-se por outro alguém é um pouco mais complicado. Requer-se coragem para entregar seu coração nas mãos de outra pessoa. Ela pode gostar de você também e tratá-lo com carinho, respeito e com todo o amor que ele merece e isso vai te deixará feliz como nunca. Ou pode não dar valor e aos poucos ir judiando de cada pedacinho dele ou deixá-lo cair de uma vez quebrando-o em mil pedacinhos.
E então? Vale a pena correr o risco?
Eu vou continuar me apaixonando por potes de Nutella até ter coragem suficiente. Será que um dia ela chega?
sexta-feira, 8 de janeiro de 2016
Pausa para: Teen Wolf
Oii pessoas,
Tudo bem com vocês?
Hoje eu decidi fazer um post mais conversado e ao mesmo tempo uma resenha. E vai ser assim que o "Pausa para:" vai funcionar. Vai ser onde eu falo de música, de filmes, de séries... De tudo um pouco.
E nada melhor para começar do que o vício das minhas férias: Teen Wolf. Comecei "ingênua", achando que eu ia assistir de boa, intercalando com outras séries que eu assisto. Mas no primeiro dia, eu acabei a primeira temporada sem intervalo ( a não ser pra pegar comida, óbvio). E aí veio a segunda temporada em dois dias e só enrolei na terceira e na quarta por conta dos feriados de final de ano.
Resumindo: era uma série que eu não dava muita bola, que não achava que era tão boa e que me surpreendeu muito e agora que eu acabei as temporadas que tinham no Netflix, eu estou me sentindo vazia. Ou seja, super recomendo.
E por hoje é só. Deixem nos comentários séries boas e gostas de assistir, que surpreendam.
Um grande beijo,
Anna
P.S.: o Scott é meu, podem tirar os olhos.
Tudo bem com vocês?
Hoje eu decidi fazer um post mais conversado e ao mesmo tempo uma resenha. E vai ser assim que o "Pausa para:" vai funcionar. Vai ser onde eu falo de música, de filmes, de séries... De tudo um pouco.
E nada melhor para começar do que o vício das minhas férias: Teen Wolf. Comecei "ingênua", achando que eu ia assistir de boa, intercalando com outras séries que eu assisto. Mas no primeiro dia, eu acabei a primeira temporada sem intervalo ( a não ser pra pegar comida, óbvio). E aí veio a segunda temporada em dois dias e só enrolei na terceira e na quarta por conta dos feriados de final de ano.
Resumindo: era uma série que eu não dava muita bola, que não achava que era tão boa e que me surpreendeu muito e agora que eu acabei as temporadas que tinham no Netflix, eu estou me sentindo vazia. Ou seja, super recomendo.
E por hoje é só. Deixem nos comentários séries boas e gostas de assistir, que surpreendam.
Um grande beijo,
Anna
P.S.: o Scott é meu, podem tirar os olhos.
quarta-feira, 6 de janeiro de 2016
Idiotice Humana
O ser humano é idiota,isso é de conhecimento geral, mas consegue ser mais idiota ainda quando apaixonado. Ele não consegue mais enxergar as coisas em sua normalidade, tudo adquire um novo significado de acordo com sua atual situação. É uma cena de um filme, ou um poema, ou um trecho de uma música... Já começa a achar que Jorge e Mateus ou Onze:20 estão seguindo sua vida de perto.
Quando é um amor platônico é pior ainda. Tudo pode ser um indício de que a outra pessoa sente o mesmo, que ele não está numa via de mão única.
E enquanto permanece nesse estado de espirito, os devaneios também continuam e o mundo fica cada dia mais colorido. E agora é torcer para que ele não volte ao preto e branco nunca mais...
Quando é um amor platônico é pior ainda. Tudo pode ser um indício de que a outra pessoa sente o mesmo, que ele não está numa via de mão única.
E enquanto permanece nesse estado de espirito, os devaneios também continuam e o mundo fica cada dia mais colorido. E agora é torcer para que ele não volte ao preto e branco nunca mais...
domingo, 3 de janeiro de 2016
A distância e o amor
Eu estava lendo cartas de amor de grandes homens na história mundial quando parei pra refletir: a distância não era uma barreira para o amor. Nessa época, com guerras e conflitos, casais eram comumente separados e a comunicação era difícil e demorada, mas mesmo assim, cumpriam seus votos e permaneciam unidos pela paixão. Hoje, trezentos quilômetros bastam para separar um romance que dizia-se eterno, mesmo existindo tantos meios de comunicação que permitem nos comunicarmos com qualquer parte do mundo de um forma fácil e veloz.
Então eu me pergunto: o que atrapalha é a distância ou são as pessoas?
Então eu me pergunto: o que atrapalha é a distância ou são as pessoas?
sábado, 2 de janeiro de 2016
Hey, tudo bem com vocês?
Eu sou a Anna e esse é meu cantinho onde postarei sobre coisas que gosto, como músicas, filme e séries, e também compartilharei meus singelos textos que faço por hobbie e como uma maneira de me expressar. Espero que gostem.
Compartilhem, comentem e me sigam aqui e no Twitter (sou legal lá) : @dreamingwithu
Um grande beijo e até breve,
Anna
Eu sou a Anna e esse é meu cantinho onde postarei sobre coisas que gosto, como músicas, filme e séries, e também compartilharei meus singelos textos que faço por hobbie e como uma maneira de me expressar. Espero que gostem.
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Um grande beijo e até breve,
Anna
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